Certo dia, uma jovem foi detida por excesso de velocidade. Ela recebeu um talão de multa e compareceu perante o juiz, que leu a acusação e baixando o martelinho a multou em 200,00 dólares ou 10 dias de detenção. Depois aconteceu um fato admirável. O juiz ergueu-se do seu lugar, tirou sua toga, deu a volta, e chegou a frente da mesa. Retirou a carteira do bolso e pagou a multa. Qual a explicação de tal fato? O juiz era o pai da moça. Ele amava a filha, mas era um juiz íntegro. A jovem havia transgredido a lei, mas ele não poderia simplesmente dizer-lhe: "Como eu a amo muito, eu a perdôo, pode ir". Se houvesse feito isso, não seria um juiz honesto.
Esta ilustração mostra, até certo ponto, o que Deus fez por nós através de Jesus Cristo. "Nele temos a redenção pelo seu sangue, a remissão dos pecados..." (Efésios 1.7).
Neste ponto, muitas pessoas indagam: "Por que Deus não poderia simplesmente perdoar?" Digamos que alguém o insulte na presença de outros, e mais tarde, num gesto simpático você lhe diga: "Eu o perdôo". Quem está pagando o preço pelo insulto? Você!
Foi isso que Deus fez. Ele disse: "Eu o perdôo". Mas estava disposto, ele próprio a pagar o preço através do sacrifício na cruz.
"Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que andastes estáveis, fostes aproximados pelo sangue de Cristo" (Efésios 2.13) D.A.M
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